Responsabilidade corporativa: a Fidelidade atua pelo exemplo

Responsabilidade corporativa: a Fidelidade atua pelo exemplo
João Mestre
Head pf Sustainability da Fidelidade

A Fidelidade assume a sua responsabilidade como entidade “exemplar” na relação com colaboradores, parceiros, fornecedores e sociedade em geral. Quem o garante é o head of Sustainability, João Mestre, enquadrando a política de responsabilidade da seguradora. 

A estratégia da empresa traduz-se numa visão assente em três vertentes de atuação: dimensão social, transição ecológica e agente económico responsável e exemplar, que, segundo o porta-voz, se materializam em “ações concretas com impacto relevante na sociedade”. 

A sustentabilidade está – diz – no core do negócio da empresa, dado o seu propósito, enquanto seguradora, de prevenir e reduzir os riscos, para garantir o bem-estar e a proteção das pessoas e dos seus bens. 

“O negócio das seguradoras está intimamente ligado à sustentabilidade, e é um ótimo exemplo de dupla materialidade, porque quanto maior o risco de eventos e quanto mais extremos estes forem (em todas as suas vertentes – social, ambiental ou mesmo económica) mais dificuldade encontramos em segurar as pessoas e os patrimónios, em última análise podemos mesmo deixar de conseguir segurar”, enquadra. Salienta que, ao mesmo tempo, as seguradoras “devem ter um papel ativo” na prevenção e mitigação de riscos no modo como operam, na gestão dos seus ativos e, também, junto de todos os seus stakeholders. 

Vertente prioritária é o papel na dimensão social, em que a empresa identificou três eixos de atuação: longevidade, prevenção em saúde e inclusão social. “Temos soluções de negócio concretas e inovadoras que contribuem para a sustentabilidade e que iremos reforçar no futuro”, adianta o porta-voz. 

“Queremos ter um papel proativo em duas dimensões: redução da nossa pegada de carbono e tendo cada vez mais respostas que influenciem os comportamentos na sociedade no caminho para um mundo cada vez mais sustentável”, revela. A seguradora está, assim, a calcular a pegada, assumindo o compromisso de no âmbito operacional, nos chamados scopes 1 e 2 de emissões, ser neutra em carbono em 2025. Para tal confluem medidas como o consumo, já em 2023, de energia exclusivamente de fontes renováveis. 

No âmbito da dimensão ambiental, a empresa pretende atuar não só como agente económico individual, reduzindo as suas emissões, mas também como agente de mudança positiva, influenciando a mudança na sociedade para a transição ecológica através de uma atuação junto dos seus diferentes stakeholders. 

De facto, João Mestre não vê a empresa como um “mero” contribuidor individual, mas como um promotor de mudança de comportamentos na sociedade, consciencializando para o papel e o impacto de todas as pessoas. “A inovação e o empreendedorismo têm, assim, um papel fulcral no sentido de criar soluções de negócio como resposta aos principais desafios societais e que fomentem a jornada de sustentabilidade da sociedade”, defende. 

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