A sustentabilidade começa no topo

A sustentabilidade começa no topo
Estudo
SAP | Oxford Economics

A liderança de topo é fundamental para que as iniciativas de sustentabilidade das empresas sejam bem-sucedidas. Esta é uma das conclusões de um estudo da SAP e da Oxford Economics. Quase dois terços dos inquiridos entendem que as iniciativas de sustentabilidade têm maior probabilidade de sucesso quando a liderança sénior desempenha um papel fundamental.

Segundo 58% dos entrevistados é o conselho de administração da empresa a determinar as suas metas e métricas de sustentabilidade. E qual o envolvimento dos trabalhadores nas políticas de sustentabilidade corporativa? Para 49% dos inquiridos, os funcionários são participantes altamente ativos nos esforços de sustentabilidade. Já para 27%, na empresa há uma política clara de incentivo para funcionários que contribuem com ideias que impulsionam os esforços de sustentabilidade.

De acordo com o documento, os esforços de sustentabilidade ainda são, no entanto, muitas vezes isolados dentro das organizações, o que pode ser o motivo pelo qual a maioria dos entrevistados não acredita que a colaboração seja essencial para operar de forma sustentável.

O sucesso da sustentabilidade é também afetado pela falta de comunicação. Até que ponto o sucesso das iniciativas de sustentabilidade na organização depende de uma forte colaboração? Com a equipa, a taxa é de 38%; com os órgãos reguladores 31%; com vendedores e fornecedores 28%; e com outras funções dentro da organização 20%.

Os líderes de sustentabilidade entendem o valor de uma abordagem em toda a organização. Revela o relatório que são muito mais propensos a comunicar os planos de sustentabilidade em toda a força de trabalho, criando uma mentalidade coesa que todos podem adotar: 89% dos líderes versus 58% da média dos trabalhadores.

Os seus planos também são mais abrangentes, indo além do básico, como a redução de resíduos, para medir emissões de carbono (72% os líderes versus 51% dos trabalhadores), reciclagem e reutilização (51% versus 38%) e a sustentabilidade da cadeia de abastecimentos (43% versus 27%).

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